COMUNICADO

 

Febre Amarela é uma doença infecciosa grave, causada por vírus e transmitida por mosquitos, tanto em áreas urbanas e silvestres. Para o enfrentamento da doença, Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente a vacina por meio do Calendário Nacional de Vacinação, principalmente para as pessoas que moram ou vão viajar para área rural ou silvestre.

No início de 2017, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) foi notificada sobre a ocorrência de casos suspeitos de febre hemorrágica, e declarou situação de emergência na área de abrangência das Unidades Regionais de Saúde de Coronel Fabriciano, Governador Valadares, Manhumirim e Teófilo Otoni.

A maior frequência da Febre Amarela ocorre entre os meses de dezembro e maio, período com maior índice de chuvas - fato que está ligado diretamente a proliferação do vetor (Mosquito).

 

Geralmente, o indivíduo que contrai o vírus não chega a apresentar sintomas ou eles são muito fracos. As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. A forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso.

Após o tratamento adequado, a  maioria dos infectados se recupera bem e adquire imunização permanente contra a Febre Amarela.

A medida mais importante para prevenção e controle da febre amarela é a vacinação. Por este motivo, a Secretaria Municipal de Saúde de Campanha informa que, apesar do município não estar na área com recomendação de aplicação vacina (ACRV), ela é recomendada à todas as pessoas - principalmente aquelas que moram ou vão viajar para áreas com indícios de febre amarela. A Vacina está disponível, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), na Materno – infantil , diariamente das 8 às 15 hrs, e deve ser administrada pelo menos 10 dias antes do deslocamento para áreas de risco. As pessoas que não estiverem com doses em dia precisam atualizar o cartão de vacina

O atual esquema vacinal contra febre amarela é composto por uma dose aos 9 meses de idade* e um reforço aos 4 anos. Para indivíduos com mais de 5 anos de idade que receberam uma dose da vacina anos antes, é necessário administrar um reforço - que será avaliado pela equipe de saúde.

Já para pessoas que nunca foram vacinadas ou não possuem comprovante de vacinação, se faz necessário administrar a primeira dose da vacina e um reforço após 10 anos.

Indivíduos que já receberam duas doses da vacina ao longo da vida e estão com o cartão de vacinação em dia são considerados imunizados e não precisam do reforço de 10 em 10 anos. Pessoas com 60 anos ou mais e que nunca foram vacinadas, ou sem o comprovante de vacinação , devem passar por uma avaliação médica para que seja avaliado o  benefício da aplicação da vacina, levando em conta o risco da doença e o risco de problemas de saúde comuns à esta  faixa etária.

* Devido ao número expressivo de casos, o Ministério da Saúde estabeleceu o início do período de vacinação contra a febre amarela para pessoas acima de seis meses de vida que moram ou irão viajar para áreas rurais ou silvestres.

Contraindicações

  • Crianças com menos de 6 meses de idade;
  • Indivíduos com histórico de reação anafilática a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina e outros produtos que contêm proteína animal bovina);
  • Pacientes com histórico de doenças do timo (miastenia grave, timona, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica)
  • Pacientes com imunossupressão de qualquer natureza:

    -Pacientes infectados pelo HIV com imunossupressão grave;
    -Pacientes em tratamento com drogas imunossupressoras (corticosteroides, quimioterapia, radioterapia, imunomoduladores);
    -Pacientes submetidos a transplante de órgãos;
    -Pacientes com imunodeficiência primária;
    -Pacientes com neoplasias.

Obs: Gestantes deverão ser avaliadas de acordo com o risco de contrair a doença, dependendo da área em que moram ou  irão viajar.                                                                                       

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